Rafael Albuquerque: um destaque na nova arte piauiense

Rafael Albuquerque nasceu em Teresina, em uma quinta-feira, 23 de fevereiro de 1989. É o filho mais velho, de três irmãos, seus pais trabalhavam com confecções e se tornaram comerciantes.

Sua história com a arte começou ainda bem cedo, perto da sua casa, onde reside desde o início da década de 90. No bairro havia uma padaria, no local era vendido um chocolate chamado “Surpresa”, que seu pai comprava para Rafael e seus irmãos. No doce vinham gravuras de dinossauros, que o encantavam. Logo começou a colecionar uma pequena quantidade, e já por volta dos anos de 93 e 94, o artista, ainda criança, passou a tentar fazer suas primeiras reproduções das imagens, de uma forma amadora e anônima, apenas por recreação.

Rafael estudou Publicidade e Propaganda, mas a sua formação educacional é em Mecânica de automóveis e caminhões. Trabalhou em diversas áreas, de barman a Papai Noel de shopping, de vendedor de tecidos a vendedor de suplementos para atletas de academia, mas hoje se dedica integralmente à área das artes plásticas.

 

Perfil

 

Como e quando você observou que tinha o dom para a arte?

Durante os anos de 1993 e 1994 tentando reproduzir as imagens que vinham no chocolate.

 

Fez algum curso?

Fiz uma oficina de aquarela, em 2015.

 

Quanto tempo trabalha na área?

Profissionalmente desde julho de 2016.

 

Qual a sua linha de pintura?

Predominantemente figurativo.

 

O que mais gosta de pintar? O que retrata?

Gosto de trabalhar o feminino com uma roupagem regional. Também aprecio muito os temas religiosos, pela riqueza de possibilidades de trabalho, gosto de motivos indígenas, animais selvagens, fatos históricos, mitologia e outros mais.

 

Costuma expor os seus trabalhos? Onde?

Em lojas decorativas, cafés da cidade, galerias e eventos. Hoje em dia tenho obras expostas na Dell Anno Teresina, Olik bistrô, Empório Casabella e Galeria Terra Siena.

 

Indica o seu trabalho para quais tipos de ambientes?

Para locais diversos. Halls de entrada, escritórios, salas e quartos, enfim, tento deixar o meu trabalho bem democrático, para que o cliente em questão, não fique limitado a certos cômodos.

 

Qual foi, até hoje, o seu maior desafio na profissão?

Vencer a ansiedade, sair do anonimato e enfrentar o grande público. De maneira geral, lidar com uma possível reprovação por parte de quem ver o  meu trabalho.

 

Para você, qual o trabalho mais importante, marcante, de qual você mais gosta?

Neste caso são dois – o “Leão” e a minha primeira versão da “Torre de Babel”, ambos ainda estão com minha assinatura original, de quando eu comecei de forma amadora.

 

Quais os momentos marcantes da sua carreira como artista plástico?

O que mais me marcou foram as primeiras demonstrações de reconhecimento, pois quando criança jamais imaginei viver esse sonho, sempre achei meio distante.

 

Descreva o seu trabalho nos dias de hoje.

Meu trabalho mudou bastante em relação ao que eu fazia no início. Agora trabalho com uma “explosão de cores”, diferente do começo que era bem mais “pálido”. Tento sempre ser homogêneo, busco fazer algo agradável para a maior variedade de gostos.

 

Como é ser artista plástico no Piauí?

Muito difícil nos dias de hoje, claro que no passado já foi bem mais complicado, mas enxergo um futuro próspero para arte piauiense.

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